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12 de março de 2009, quinta-feira -

Durante 30 anos, Rafael Greca e sua mulher Margarita Sansone organizaram o maior mutirão de solidariedade social do Paraná.
Uma quermesse gigantesca, no Largo da Ordem, diante da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas (1737) que ocorria sempre na primavera. Chegou a reunir até 150 quiosques. Entrou no calendário de festas religiosas do Brasil da Embratur. Reuniu, em suas melhores edições, até 10 mil voluntários sociais. Durante 3 dias, promovia espetáculos gratuitos com atrações locais e nacionais, entremeados de eventos de culto ecumênico a São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia e dos poetas. Deixou notável acervo de realizações, apoiando Albergues, Asilos, Hospitais, Creches, Museu de Arte Sacra, Igrejas de várias denominações cristãs.
Confira as fotos deste evento em Galeria
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Em 1991, na Pedreira Paulo Leminski, Rafael Greca dá vida á superprodução Cenas da Pátria Brasileira, sobre a História do Brasil. Voltado para o público jovem, o espetáculo adotou várias linguagens artísticas - música, teatro, dança.
Foi realizado até 1996, na Semana da Pátria Brasileira, na Pedreira Paulo Leminski e no Ópera de Arame, narrando acontecimentos marcantes da História do Brasil.
A narrativa do espetáculo contempla também a história contemporânea do Brasil. Na foto, cena do brado retumbante "Independência ou Morte".
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É o maior "mutirão de solidariedade" do Paraná. Reúne mais de 200 instituições de solidariedade e 10 mil voluntários, com freqüência de até 150 mil pessoas a cada ano. Evento tradicional do calendário cultural, religioso e turístico de Curitiba é realizado anualmente, em setembro, para celebrar as chagas de São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia e dos pobres. Por iniciativa de Rafael Greca de Macedo, a festividade surgiu em 1977 para restaurar a Igreja da Ordem, o mais antigo patrimônio histórico da cidade, que ameaçava ruir. O grande sucesso e o apoio da comunidade fizeram com que o evento se repetisse no ano seguinte e nos subseqüentes, beneficiando programas e instituições sociais.
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Em 1993, o prefeito Rafael Greca instituiu o Natal de Luz de Curitiba, com eventos em praças, bosques memoriais e terminais de ônibus. A programação torna a capital pólo de atração turística, na época natalina. O turismo cultural natalino atrai 2 milhões de turistas à cidade, incentiva o comércio, restaurantes, hotéis e gera empregos e renda.
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A Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba foi realizada em agosto de 1996. Idealizada pelo fotógrafo Orlando Azevedo, de imediato ganhou o entusiasmo do prefeito Rafael Greca, que a instituiu. Marcou a cultura paranaense. Mais de cem mil pessoas visitaram os 1.500 trabalhos expostos em salões e galerias oficiais e particulares. Duzentos profissionais de Curitiba, do Brasil e do exterior mostraram o melhor da arte fotográfica contemporânea, durante duas semanas.
A primeira edição teve como tema o ofício do fotógrafo-autor. Tratou da fotografia como verdadeiro meio de expressão e criação. Dela participou o fotógrafo Sebastião Salgado. A cada edição, a bienal registrou números expressivos: mais de cem mil visitantes, 1.500 trabalhos expostos em salões e galerias oficiais e particulares, 200 profissionais de Curitiba, Brasil e do exterior com o melhor da arte fotográfica contemporânea, perto de 2 mil participantes em workshops, palestras e seminários durante dois meses.
A 1ª Bienal editou Nakta, de Miguel Rio Branco - a melhor publicação do ano nos lendários Encontros de Fotografia de Arles, na França - e editou o livro Brasil Mostra a Tua Cara, resultado da grande coletiva nacional de fotografia.
A 2ª Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba, além de atrair para Curitiba o olhar do mundo, marcou a inauguração do Museu de Fotografia Cidade de Curitiba - o primeiro do Brasil e da América do Sul - com acervo formado desde 1991, a partir dos Encontros de Fotografia.
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O coroamento dos festejos dos 300 anos de Curitiba, foi o memorável concerto do tenor José Carreras, pela primeira vez no Brasil, realizado na Pedreira Paulo Leminski, em noite de Lua cheia. À luz de velas, entre fogos de artifício e aplausos, os presentes homenagearam Curitiba nos seus 300 anos de vida. O tenor espanhol Carreras, após o emocionante espetáculo, salientou ter sido este o mais belo concerto ao ar livre realizado em sua vida.
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Curitiba consolidou importante tradição e inscrição da gravura no espaço social. Nesse contexto, inseriram-se a Mostra da Gravura e o Museu da Gravura Cidade de Curitiba. A cidade possui um dos mais completos ateliês do país, além de promover e desenvolver significativa programação e propiciar a constante atualização da prática contemporânea da gravura.
As mostras de 1992 e 1995 (10ª e 11ª edições) privilegiaram a arte das Américas, estabelecendo modelos que influenciaram a própria Bienal de São Paulo e mereceram elogios da curadoria do Departamento de Gravura do Museu de Arte Moderna de Nova York.
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O monumental desfile cívico dos 300 anos de Curitiba, na manhã do aniversário, realizado na Marechal Deodoro, no festivo 29 de março de 1993.
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No sábado, dia 2 de julho de 2005, Rafael Greca organizou grandiosa missa campal, no bosque, João Paulo ll, para comemorar os 25 anos da visita do Papa ao Paraná. A cerimônia foi celebrada pelo arcebispo de Curitiba Dom. Moacir Vitti e pelo arcebispo emérito Dom. Pedro Fedalto, com a participação do Padre Reginaldo Manzotti.

Após a cerimônia foi lançado o livro "Papa João Paulo ll sua Santidade e o Paraná", editado pela imprensa oficial do Estado do Paraná, de autoria de Rafael Greca, Padre Benedykt Grzymbowski e Danuta Lisicki de Abreu.
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Apresentação artística durante a qual os velhos casarões do Largo da Ordem, quando iluminados, contaram a história da cidade, num sensacional show de luzes, cores e interpretações. Fernanda Montenegro participou desse espetáculo.
Grandiosos shows foram apresentados na pedreira Paulo Leminski durante a gestão de Rafael Greca, entre eles:

CAETANO VELOSO
1995

CHICO BUARQUE DE HOLANDA
primavera de 1994

ROBERTO CARLOS
10/04/93

PAUL MC CARTNEY
05/12/93