O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, e o prefeito de Campo Magro, José Antônio Pase, visitaram nesta quinta-feira (28) as famílias do primeiro conjunto residencial na cidade, com 40 unidades habitacionais, construído com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e contrapartida do Estado. As famílias que foram morar nas novas casas construídas pela Cohapar viviam em um grotão – espécie de buraco bem abaixo do nível da rua, ao lado do Rio Bambeca, correndo risco de morte por causa das enchentes.
Marta Barboza Alves, 39 anos, mãe de Gabriel, com um mês de idade, e mais quatro filhos, morava numa casa de madeira ao lado do rio Bambeca, que ficava ilhada quando chovia. “Quero esquecer esse tempo. O esgoto das casas era despejado todo no rio e quando chovia não dava para sair. Eu quase perdi o bebê por causa de uma infecção que peguei naqueles alagamentos. Mas hoje nem tenho palavras para agradecer essa mudança em nossas vidas. Meus filhos agora podem brincar a vontade, sem correr riscos de doenças”.
“Fico feliz ao ver que já nasceu o primeiro bebê deste bairro, com o nome de Gabriel, que significa o anunciado por Deus. Na verdade, a chegada do Gabriel à nova vida significa o anúncio da esperança para toda população da Grande Curitiba, que ainda está vivendo nas áreas de risco mas em breve estarão comemorando também.”, afirmou Greca.
As primeiras 16 casas quilombolas começam a ser erguidas em Adrianópolis, no Vale da Ribeira, nas comunidades de Porto Velho e Praia do Peixe. Estas obras estão sendo conduzidas pela Cevale, empresa de engenharia da própria região.
Foram feitas as fundações de seis casas, outras duas estão em andamento e mais um terreno está sendo preparado. “Como não estamos trabalhando em um espaço convencional, onde basta passar a máquina e o terreno está pronto, é necessário fazer uma preparação específica para cada espaço”, disse o responsável pela obra, Fabiano Fazion.
As casas têm 52 metros quadrados, com projeto arquitetônico específico, sendo que a cozinha fica na área externa, mas ligada à casa pelo telhado na área de circulação. Isso foi feito para respeitar a crendice dos descendentes de escravos de que não se deve deixar entrar em casa os animais mortos.
O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, recebeu esta semana os prefeitos de nove municípios paranaenses para assinatura de contrato que viabiliza a implantação do programa Minha Casa, Minha Vida, pelo sistema Imóvel na Planta. Esta modalidade é destinada a cidades com até 50 mil habitantes.
Participaram da assinatura os prefeitos de Alvorada do Sul (92 casas), Boa Ventura de São Roque (23), Fênix (44), Jaguapitã (174), Pato Bragado (39), Pérola (129), Porto Rico (75), Sertanópolis (84) e Tibagi (40).
“Os prefeitos vieram até a Cohapar para receber as orientações necessárias para dar agilidade ao processo. Nesta modalidade, a prefeitura fica responsável pela licitação e seleção das famílias. Disse a eles que a Cohapar vai ajudá-los em tudo o que for preciso, vamos colaborar em todas as etapas”, destacou Greca.
PROGRAMA – Na modalidade Imóvel na Planta, a Cohapar repassa o terreno aos mutuários, além de dar os projetos arquitetônico, hidráulico e elétrico. A prefeitura fica responsável pela licitação das obras, execução de infraestrutura e seleção das famílias. Já a Caixa Econômica Federal é quem faz o repasse de recursos. “Tudo é assessorado pela Cohapar, nossos escritórios regionais estão à disposição das prefeituras de cada região para esclarecer todas as dúvidas”, enfatizou o presidente da Cohapar.
O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, entregou na noite de segunda-feira (11), durante o programa Paraná Notícias, na TV Educativa, a motocicleta 125 cilindradas ao mutuário Vivaldo Florêncio Chaves, sorteado no dia 19 de dezembro de 2009. O prêmio faz parte da campanha ‘Bom Pagador de Moto Nova’.
“É com alegria que entrego a motocicleta a um bom pagador, um exemplo de brasileiro que paga suas contas em dia e ajuda a Cohapar a construir mais casas para os paranaenses que precisam de um lugar seguro para morar”, disse Greca.
Vivaldo, que trabalha como lavrador em uma usina de cana-de-açúcar da cidade de Paraíso, contou que só tem uma bicicleta para se locomover, mas disse que vai vender a motocicleta para quitar a casa. “Quero pagar todo o financiamento e com o dinheiro que sobrar vou melhorar a minha casa”.
O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, entregou nesta quinta-feira (7) mais 64 unidades habitacionais, no município de Araruna, região Centro Oeste do Paraná. As casas da modalidade de hipoteca, destinadas para famílias com renda entre três e cinco salários mínimos, receberam investimentos de quase R$ 1,6 milhão.
Araruna possui uma população de aproximadamente 13 mil habitantes e este foi o segundo empreendimento que a Companhia concluiu, nos últimos dois anos, na cidade. O primeiro, entregue em abril de 2008, com 49 moradias, recebeu famílias de baixa renda, com até dois salários, num empreendimento que teve mais de R$ 625 mil investidos.“Mais uma vez retornamos a esta cidade para realizar o sonho da casa própria aos que mais precisam”, destacou Greca, durante a entrega das chaves aos novos moradores. De acordo com ele, o Governo do Paraná pagou as prestações até agora. “Esse é o único governo do Brasil que não deixa que o povo pague a prestação e o aluguel ao mesmo tempo, até a entrega das casas. Isso acontece porque o governador Requião é um homem preocupado com o povo”.
O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, assinou nesta segunda-feira (04) ordem de serviço para construção de 76 casas, em seis comunidades quilombolas em Adrianópolis, município da região do Vale da Ribeira, a 127 quilômetros de Curitiba. “O governo do Paraná vai cumprir o desafio inédito no País de construir casas em áreas de difícil acesso. Em alguns lugares, os carros só passam se não chover, em outros, apenas atravessando os rios em pontes feitas de tronco de árvores ou subindo e descendo morros”, descreve o presidente da Cohapar.
O canteiro de obras começa a ser montado nos próximos dez dias, conforme informa o diretor de obras, Eduardo Quezada. São casas de 52 metros quadrados, com projeto arquitetônico que respeita as tradições quilombolas. A cozinha fica na área externa, mas será ligada à casa pelo telhado na área de circulação. “Eles não misturam o sangue das carnes com o lugar onde vivem”, explica Quezada.
A seleção das famílias foi feita pelo departamento social da Cohapar e pelo grupo de trabalho Clóvis Moura – responsável, no Governo do Paraná, pela execução de políticas públicas dedicadas aos descendentes de escravos. Na construção das casas, o Governo está investindo R$ 2,1 milhões. No local está prevista a construção de uma escola estadual.









