Forte e vigorosa aos 63 anos, ex-líder da resistência a uma ditadura militar - que a torturou- Dilma Roussef, tendo vencido o preconceito, a dor e as agruras da caminhada democrática, com a campanha mais baixa e rasteira que a nossa história tem notícia, acaba de ser confirmada pelas urnas como o quadragésimo presidente do Brasil. Mas é a quadragésima presidente. Ou a Presidenta, como prefere.
Em dois meses, nossa amiga Dilma Roussef será a mulher mais poderosa do mundo, protagonista da história mundial .
A presidenta eleita Dilma Rousseff já é mais poderosa que Angela Merkel da Alemanha, ou que Hillary Clinton dos EUA, neste momento abençoado no qual nosso imenso país, sempre tão humilhado, comemora novo tesouro petrolífero. Tesouro que será repartido em forma de igualdade de oportunidades para todos os 200 milhões de brasileiros, em especial os mais despossuídos.
Esta é também a hora, no relógio da história, em que nossa taxa de crescimento rivaliza com a da China. Algo que a Europa e Washington devem invejar.
Filha de um búlgaro imigrante e de sua mulher, professora primária, Dilma foi escolhida sucessora por Lula, o presidente mais popular e mais amado da história do Brasil. Na foto, AP, a metáfora do apoio inestimável.
As urnas mostram que ela construiu uma posição inexpugnável sobre seus rivais, José Serra, Marina Silva, alguns religiosos de posições fundamentalistas e obscuras, propalando as teses mais ignorantes e discriminatórias. Por exemplo, prender mulheres infelizes que tenham cometido aborto por desespero (sic).
Dilma ainda, enfrentou a oposição da mídia mais poderosa do Brasil, jornalões, redes de TV e revistas. Sem falar numa cadeia de desconstrução de imagem conduzida por especialistas, penas pagas, incansáveis no ofício da difamação.
Instalada no Palácio Presidencial Alvorada de Brasília, em janeiro de 2011, sobre ela – Dilma Roussef – se depositam as esperanças e a confiança da maioria dos 136 milhões de brasileiros eleitores deste país continental.
Seu pai, Pedro, morreu quando ela tinha 14 anos, mas a essas alturas ele já tinha apresentado a Dilma os romances de Zola e Dostoiévski. Depois disso, ela e seus irmãos tiveram de batalhar duro com sua mãe para alcançar seus objetivos. Aos 16 anos ela estava na POLOP (Política Operária), grupo de inspiração socialista.
Os generais tomaram o poder em 1964 e instauraram um reino de terror para defender o que chamaram segurança nacional. Ela se juntou aos grupos radicais secretos que não viam nada de errado em pegar em armas para combater um regime militar ilegítimo.
Embora diga que nunca usou armas, ela chegou a ser capturada e torturada pela polícia secreta na equivalente brasileira de Abu Ghraib, o presídio Tiradentes, em São Paulo. Ela recebeu uma sentença de 25 meses por subversão e foi libertada depois de três anos. Hoje ela confessa abertamente, generosa, ter querido mudar o mundo.
Em 1973 ela se mudou para o Rio Grande do Sul, onde seu segundo marido, um advogado, estava terminando de cumprir sua pena como prisioneiro político. O primeiro casamento com um jovem militante de esquerda, Claudio Galeno, não sobreviveu às tensões de duas pessoas na correria, em cidades diferentes. Dilma voltou à universidade, começou a trabalhar para o governo local em 1975, e teve uma filha, Paula.
Participou da fundação do PDT, inspirada pelos ideais patrióticos do engenheiro Leonel Brizola. Em 1986, ela foi nomeada secretária de finanças de Porto Alegre,onde seus talentos políticos começaram a florescer. Os anos 1990 foram de bons ventos para ela. Em 1993 foi nomeada secretária de Minas e Energia do RS, e impulsionou amplamente o aumento da produção de energia, assegurando que o estado gaúcho escapasse do racionamento de energia que o resto do Brasil padeceu.
Dilma Roussef, no RS, viabilizou mil quilômetros de novas linhas de energia elétrica, novas barragens – uma delas feita em parceria com a Copel - estações de energia térmica construídas, enquanto persuadia os cidadãos a desligarem as luzes sempre que pudessem.
Sua estrela política começou a brilhar. Paralelamente, veio a separação do marido Araújo, encerrando casamento de 24 anos.
Em 2000, adquiriu seu espaço com Lula e o PT. Combinou crescimento econômico com diminuição da pobreza, por obras e incentivos ao crédito popular.
Ministra de Minas e Energia em 2003, dois anos depois ministra Chefe da Casa Civil, com a desgraça política de José Dirceu. Lula, desde então, passou a apostar nela para a sua sucessão.
Dilma estava ao lado de Lula quando o Brasil encontrou uma vasta camada de petróleo, ajudando a tirar 28 milhões de brasileiros da pobreza.
Lula ao seu lado,em abril do ano passado quando enfrentou um câncer linfático, felizmente superado.
Denúncias recentes de irregularidades - não comprovadas – após sua saída da Casa Civil - não destruíram a popularidade da candidata.
Resistente aos ventos aziagos da mídia, propalados em Veja, repercutidos nas grandes redes de TV, amplificados pela Folha de SP e o Estado de SP, não conseguiram tirar-lhe a vitória. Sua posse será uma celebração da decência política – do feminismo, da competência, da resistência democrática e do amor à Pátria Brasileira.
No começo da campanha, em aprazível almoço na casa de Lily Marinho, no Rio, Dilma contou a Margarita, minha esposa, que, quando menina, sonhava em se tornar bailarina, bombeira ou artista de trapézio.
Agora sei, que ela terá a oportunidade de ser tudo isso, e muito mais, no exercício do poder. Nós, que amamos o Brasil, desejamos que a senhora Presidenta seja exitosa bailarina, a segura porta bandeira da Nação, ao dançar auspiciosa Aquarela de um Brasil para todos.
Neste domingo, na Grécia, a comemoração dos 2500 anos da façanha do mítico guerreiro Fidípidis, que correu entre várias cidades gregas para salvar a civilização ameaçada pela invasão persa. Na primeira Olimpíada moderna, em 1894, o Barão de Coupertin homenageou o herói de Maratona, instituindo a competição olímpica de velocidade e resistência, num percurso de 42.195 metros. A distância entre a planície de Maratona e a cidade de Atenas.
Heródoto, o pai da história refere o episódio: no ano 490 antes de Cristo, os persas, vindos do mar invadiram a planície de Maratona, onde se basearam militarmente para depois dominar a civilizada Atenas. Os orientais juraram que, após a derrota do exército grego, saqueariam Atenas, matando as crianças e tomando as mulheres para si, na forma do costume de guerra.
O general grego Milcíades, de efetivo insignificante diante do exército persa, ordenou ao soldado Fidípidis que corresse até Esparta, Micenas, e outras cidades do Peloponeso, para incentivá-las a se juntarem ao exército ateniense.Em dois dias, o herói percorreu 240 km. Os gregos reuniram em numerosa força e bateram os persas.
Mas, havia outro desafio para Fidipidis. Para impedir a ameaça persa tinham sido dadas ordens, aos velhos e, às mulheres de Atenas, para que matassem seus filhos e, depois, se suicidassem coletivamente , caso o exército demorasse a voltar do campo de batalha.
Fidípidis recebeu nova missão: impedir o suicídio e o desespero coletivo, correndo até Atenas, desde Maratona, em mais 42.195 metros de percurso. Fez isto com heroísmo, ao chegar às portas de Atenas, diante dos muros da Acrópole, gritou: Vencemos ! Salvou os seus compatriotas e… morreu.
Vive na glória da Eternidade, coberto de louros, abrigado pelas asas da vitória. Será lembrado neste domingo, no estádio olímpico Panathinaikos, que apropriou em sua arquitetura atual as ruínas de antigo estádio clássico.
Na competição deste 31 de outubro estão inscritos vinte mil maratonistas. O local é mesmo local do infortúnio – na Olimpíada de 2004 - do atleta Vanderlei Cordeiro de Lima que só levou medalha de bronze, depois de ter sido barrado por
um espectador irlandês. Nascido em Cruzeiro do Oeste, Vanderlei é o Fidípidis do Paraná e do Brasil. Ilustram este post imagens clássicas, a estátua de Nikké, a deusa grega da vitória, o Parthenon de Atenas, o cartaz dos 2500 de Maratona, e fotos modernas. A foto da abertura é do atleta olímpico Philips Idowu, fotografado por Nadav Kander por ocasião de campanha publicitária para os Jogos Olímpicos de Beijing.
O estado-maior das Forças Armadas boicotou a recepção oficial da data nacional da República da Turquia, em Ankara – capital do país - porque o presidente Adbulah Gül permitiu que sua mulher comparecesse à cerimônia usando véu islâmico. O véu da primeira dama , ainda que moderado- pois não lhe esconde o rosto, contraria o sonho de Ataturk, fundador da república, que defendia uma Turquia laica. Hoje a Turquia ainda tem maioria muçulmana , mas o estado é laico, desde progresso conquistado na revolução republicana conduzida por Ataturk, que aboliu o império otomano em 29 de outubro de 1923.
Mustafá Kemal Ataturk (1881-1938) aboliu não só o sultanato do Império Otomano, tirou o poder dos califas, destituiu os paxás. Proibiu o uso do véu islâmico. Pediu às mulheres que fossem para as escolas e educassem seus filhos na modernização dos costumes.
Substituiu os madraçais – ou tribunais islâmicos que aplicavam a Charia, severa lei religiosa do Corão – por um sistema jurídico que apropriou leis da Suíça, um código penal baseado na Itália, e um código comercial copiado da Alemanha.
A Constituição atual, de 1997, fiel à herança leiga de Ataturk, proíbe símbolos religiosos e o uso do véu em universidades, colégios, prefeituras e prédios públicos.
Ontem, o General Isik Kosaner, líder das Forças Armadas, ao lado de sua mulher de cabeça descoberta, líder de um movimento de mulheres sem véu, comemoraram a data republicana da Turquia recebendo outros generais, oficiais e simpatizantes em local diverso do presidente da república.
A polêmica divide a sociedade turca.
Mustafá Akyol, jornalista do diário Hurriyet, conta o que chegou a fazer a advogada de Istambul, devota do Islã, Fátima Benli. Para cursar a Universidade e não desrespeitar a lei sagrada, Fátima usava véu debaixo de uma peruca. Assim satisfez a exigência de postura laica em prédio público.
Atrás do véu da discórdia esconde-se um princípio de modernidade política que também ameaça a democracia no Brasil, como se viu neste segundo turno das eleições presidenciais.
A intromissão da religião – por melhor que seja, ou possa parecer – na vida cotidiana das pessoas, e na necessária igualdade de uma República democrática, num estado laico, sem religião oficial.
A Caritas, ONG que se ocupa de promoção social custeada pelo Vaticano, estima em já 5 milhões os imigrantes na Itália. Representam 10% das pessoas ocupadas, incidem em 11% sobre o produto interno bruto, são titulares de 3,5% das empresas italianas. E declaram ao fisco perto de 33 milhões de euros/ano.
A divulgação dos expressivos dados coincide com surto de xenofobia na Europa. O Papa Bento 16 divulgou ontem um apelo para que o povo europeu acolha os imigrantes, não se esquecendo que a Itália mandou muitos deles para fora do país, rumo aos Estados Unidos, ao Brasil e à Argentina. O apelo do Papa fala em emigrar como um direito, e na acolhida com dignidade como um dever dos países mais ricos. O Papa conclui seu texto falando em uma só família humana.
No mesmo dia, na Eslovênia, foi eleito o primeiro prefeito negro do Leste da Europa. Vencedor, Peter Bosmann, aos 54 anos, é natural de Ghana. Médico, vive entre eslovenos há 33 anos. É o prefeito da cidade de Piran, saudado por seus correligionários de pele alva como a neve. Belo exemplo de respeito à diversidade racial, e de igualdade de oportunidades na velha Europa.
Aberta no Museu do Prado e no Palácio Real de Madri colossal retrospectiva da pintura barroca religiosa hispânica, reunida de 50 coleções, provenientes de nove países. A mostra, inaugurada neste outubro, pela rainha Sofia e pela primeira dama do México Margarita Zavala.
Entre as maravilhas expostas, um Cristo Ressuscitado, que se conserva em Arequipa, no Peru, no acervo da igreja da Companhia de Jesus, pintado em 1603, pelo jesuíta Bernardo Bitti. Um original Arcanjo São Miguel, dito Arcanjo Arcabuzeiro, porque armado de arcabuz, obra de anônimo pintor de Lima, então capital do vice-reino do Peru, acervo da Paróquia Santa Maria La Maior de La Rioja.

A propósito, o historiador Jonanthan Brown, curador da mostra, intitulada Pintura de los reinos, identidades compartidas en el mundo hispânico, escreveu: não houve diferenças entre a pintura realizada nos vice-reinados americanos e as metrópoles coloniais nos séculos 16 e 17. A linguagem artística, a estética, e os temas foram comuns. Pode-se dizer que foi a primeira vez que a arte se estendeu de forma global dos dois lados do oceano.
Notável esta Santa Tereza D’Ávila recebendo o colar e o véu, óleo sobre tela pintado em 1680, por Cristobal de Villalpando, acervo do Templo de San Felipe Neri, da Cidade do México.
Do Museu Nacional de Arte do México, esta Aparição do Menino Deus, da Virgem e seus anjos a São Francisco de Assis, óleo sobre tela do pintor espanhol barroco José Juarez. A exposição da pintura religiosa missionera, típica do transplante do catolicismo espanhol para a América Latina é boa ocasião para visita deste que é um dos maiores museus de arte do mundo, o Museu do Prado, na capital espanhola. Em março de 2011 a exposição segue para a Cidade do México.

Na sociedade há duas categorias de valores: o Preço (Preiss) e a Dignidade (Würder).
Enquanto o Preço representa um valor exterior, e manifesta interesses particulares; a Dignidade representa um valor interior, e serve ao interesse geral. Por isso os homens de Valor - as pessoas com Dignidade - não tem preço.
O valor moral está acima de qualquer mercadoria, não pode ser substituído.
Idéias de Emanuel Kant, grande filósofo iluminista, que nasceu, viveu e morreu na cidade de Konigsberg – isto é A Montanha do Rei – entre abril de 1724 e 12 de fevereiro de 1804.

O passeio marítimo multicolorido da praia ao poente, de Benidorm, região de Alicante, na Espanha, mereceu o prêmio FAD – de arquitetura e urbanismo. Os arquitetos Carlos Ferrater e Xavier Marti resguardaram as areias da sombra indesejada, e definiram o calçadão com linhas sinuosas, ondas coloridas a separar dois mundos bem distintos. Fica a idéia – para ser aplicada em algum trecho do imenso litoral do Brasil onde a especulação selvagem ainda não tenha destruído a beira mar.
Esta rã venenosa, com surpreendente desenho de chamas na cabeça, estampada em luminoso azul piscina sobre negro, foi catalogada como Ranytomeya Benedicta. Vive na Floresta Amazônica junto com o papagaio calvo e multicolorido, Pyrilia Aurantiocephala, descoberto nos vales dos rios Madeira e Tapajós.
Também parte do Bioma Amazônico, a incrível tarântula de pelos lilás, comum nos estados brasileiros do Acre e Amazonas, batizada de Pamphobetus Grandis.
Atrações do novo catálogo de vida selvagem apresentado ontem pelo WWF World Wide Fund For Nature, Fundo Mundial para a Natureza - na Conferência Mundial de Biodiversidade COP 10, em Nagoya, no Japão.
O relatório científcico de espécies encontradas na Amazônia entre 1999 e 2009 refere 1200 novas espécies, descobertas na região em apenas 10 anos. Até então desconhecidas, ganham a mídia global, 637 novas espécies de plantas e 257 novas espécies de peixes. Entre estes o multicolorido peixinho ao qual impuseram o nome de Apistograma Baensch, ou os rosados bagres fosforescentes, de águas subterrâneas, comuns no Acre, a quem os biólogos chamaram Phreatobius Drancolus.
Ainda reveladas 55 novas espécies de répteis, 39 de mamíferos,16 de pássaros e 216 de anfíbios. Aqui a rãzinha Ipisboas Liliae e a largatixa Anolis Cuscoensis, com este sobrenome alusivo ao Cuzco, porque descoberta já na Amazônia peruana.
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Esta região incrível encontra-se sob pressão em consequência da atividade humana. A paisagem está mudando rapidamente – afirmou amargurado Francisco Ruiz, que coordenou a elaboração do relatório do WWF. E concluiu: nos últimos 50 anos a humanidade provocou a destruição de pelo menos 17% da selva amazônica.
Se quiser ver mais espécies do Bioma Amazônico e saber mais sobre o relatório acesse www.wwf.org.br É bom conhecer, antes que acabe.
Com o tema Arquitectura para la integración ciudadana, realizada em Medellín, a Bienal Ibero Americana de Arquitetura e Urbanismo. A cidade mais violenta da Colômbia, - uma das mais flageladas pelo narcotráfico no mundo - mostrou para urbanistas de 15 países seus progressos sociais no Cerro San Domingos, um morro de favela com 250 mil habitantes, recentemente reurbanizada. A favela foi substituída por prédios com apartamentos de apenas 22 metros quadrados, - mas com esgoto sanitário, água encanada e luz elétrica.
Caíram os barracos das margens da torrente La Quebrada, córrego encachoeirado da encosta onde se amontoavam moradias de risco. Foram instaladas escadarias, um funicular, uma Biblioteca Hispânica – os totens de vidro negro que se vêem na foto. O grande desafio da urbanização de favelas em encostas é a circulação. A edificação continuada, uma parede servindo a dois barracos, cria as ruas sem saída, os cafufos, espécie de cidade arcaica árabe -cahasba - que favorecem aos marginais. Abrir ruas e veredas é preciso.
Cerca de 10 mil pessoas, em clima de euforia diante da anunciada vantagem sobre o oponente José Serra nas últimas pesquisas, saudaram Dilma Roussef como futura presidenta da Brasil. Esta manhã, no centro de Curitiba. Bandeiras desfraldadas, estivemos lá, sem medo, com muita esperança, à luz copiosa da manhã de sol, para abraçá-la. A concentração deu-se diante do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, criada em 1912, uma das cinco que o Paraná hoje possui. As outras 4 universidades
federais do nosso estado foram criadas no governo Lula. Nas fotos, já a bordo de um jeep conversível, a candidata num terninho em tom de ocre, entre os senadores eleitos Roberto Requião e Gleisi Hofmann, e o cidadão curitibano Silmar Lass dos Santos, simpatizante, morador do Jardim Paranaense. Depois de percorrer o calçadão em passeata relâmpago, Dilma seguiu para a vizinha cidade de Pinhais na penosa, e necessária, caminhada democrática.
(povão ao sol) foto média









