
Quem vê uma vez o rosto da esperança, não esquece jamais, disse o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, pré-candidato em 2012, recebido por Erika e Thomaz Bleiker, no Recanto Esperança em Curitiba. Na foto, o pré-candidato com o educador Bleiker e o curitibano Wagner Sring.
O Centro de Desenvolvimento Integral fica na Vila Icaraí, em Uberaba, um dos bairros mais violentos da periferia. Na festa de inauguração da nova sede, recebida com festa pela comunidade, na rua Berlim 385, estavam presentes o cônsul da Suíça no Paraná, doutor André Larsen e voluntários da Escola Suíço-Brasileira de Curitiba.

A obra social suíço-brasileira, ligada à comunidade evangélica, promove educação infantil, reforço escolar, e ensino profissionalizante, nos moldes das Casas do Piá – que a Prefeitura de Curitiba já manteve na gestão Rafael Greca (1993-1996).
O educador social Bleiker, além de vários voluntários curitibanos, conta com auxílio de 4 voluntárias, duas alemãs e duas suíças, que vem ao Brasil estagiar em serviço social aqui. O Recanto Esperança tem ainda um Coletivo profissionalizante mantido em parceria com a fábrica da Coca-Cola, para ensinar computação e logística a rapazes de primeiro emprego.

Greca que é vice-presidente do diretório municipal do PMDB-Curitiba está visitando os bairros da nossa capital, na preparação do plano de governo a ser apresentado pelo partido nas próximas eleições municipais. As cidades não precisam ser governadas, as cidades precisam ser educadas, costuma repetir Rafael Greca.

Na sexta, 28 de outubro, o prefeito Rafael Greca, pré-candidato em 2012, e vice-presidente do diretório municipal do PMDB-Curitiba, recebido com festa na casa de Cirlene Kátia Padilha Ribeiro, pelo presidente da Associação de Moradores Ferrovila 7 de setembro, Olívio Batista de Souza, sua mulher Vilma Domingues de Lima.
Ali também senhoras do clube de mães do bairro: dona Nerzita Lenci, dona Anair e dona Laura Kowalzucki, Sonia Daise de Castro, Olivia Lopes Frade, Antonia Aparecida Martins, Rosa Könzen, Francisca M. Domingues.

E ainda os companheiros da 176ª zonal PMDB-Curitiba, Doático Santos, Sebastião Lima Domingues, Terezinha Aparecida de Almeida Santos, representando a presidente da zonal Marinalva Pereira.
Houve debate do plano de governo PMDB-Curitiba, com discussão de ideias de futuro para a cidade de Curitiba.
Na ocasião, Greca recebeu as filiações do presidente da associação, da dona da casa e de seus vizinhos. Cirlene Kátia Padilha Ribeiro disse simpatizar com o ex-prefeito Rafael Greca pelo seu projeto Farol do Saber. Aluno do tradicional colégio Papa João 23, seu filho Wagner Padilha Ribeiro – hoje com 18 anos, já empregado como segurança industrial – participou da edição do livro de poesias Papalavras, promovida por Greca naquela escola municipal.
A cidadã Rosa Konzen propôs como primeira atividade do novo núcleo do PMDB-Curitiba a realização de um abaixo-assinado a ser encaminhado aos Correios para que ofereçam seus serviços na Ferrovila. Como é duro não poder receber cartas, disse. Greca acolheu a ideia e disse que o gabinete do senador Requião vai encaminhar a reivindicação popular, na sede dos Correios, em Brasília.
Frequência nos debates mostra crescimento do PMDB-Curitiba, diz Greca
Greca e Márcio Alves na casa de dona Zilda

O prefeito Ducci anuncia que vai vender potencial construtivo para tentar pagar o rombo da Linha Verde em Curitiba, obra que não consegue terminar.
Tudo indica que não chegaram ou não foram suficientes o euros que Ducci foi, pessoalmente, buscar em Paris, com a Agência Francesa de Desenvolvimento, empréstimo assinado a 19 de julho passado, cf. foto do site PMC. O pacote de investimentos então anunciado foi de R$ 166,2 milhões. Dívida contraída a ser paga, a partir de 2017, por 20 anos.

Em dez anos, desde que começou o financiamento junto ao BID, no ano de 2001 – então orçada a R$ 213 milhões – a Linha Verde ficou superlativamente mais cara. Hoje existe um rombo no orçamento da obra, onde faltam pelo menos 15 trincheiras, e que não termina.
A obra inacabada atravessou quatro eleições, curiosamente executada por três empreiteiras que constam entre os grandes financiadores eleitorais demo-tucanos. A Linha Verde de Curitiba já custou R$ 161 milhões para os 9,4 quilômetros relativamente prontos, que vão do Pinheirinho ao Centro Politécnico.
A Linha Verde ainda vai custar R$ 198 milhões, do Centro Politécnico até o Atuba. E mais R$ 61 milhões, do Pinheirinho até o Contorno Leste – no trecho sul. Se terminar nestes preços, os 20 quilômetros terão custado R$ 21 milhões por quilômetro ou na soma R$ 429 milhões.
Reflitam: a BR 116, no trecho da Serra do Mar, entre Registro e SP, está sendo duplicada a um custo de R$ 9 milhões/km, em previsão do DNIT – recentemente declarado suspeito de superfaturamento, na crise que derrubou o Ministro dos Transportes.
Então, a Linha Verde no seu trecho urbano, sem serra, sem montanhas, sem ultrapassar rios, custa R$ 21 milhões por quilômetro, e a estrada BR 116, entre Registro e SP, está orçada em R$ 9 milhões o quilômetro, dá para entender?

O desenho mostra em vermelho o que é potencial construtivo – os metros quadrados (m2) vendidos pela Prefeitura para as construtoras, aumentam a verticalização da cidade, em troca de supostos benefícios.
Para compreensão da mega venda de potencial construtivo pretendida por Ducci, recorremos à didática do jornalista Celso Nascimento, em sua coluna do jornal GP:
Nos Estados Unidos, a moeda oficial é o dólar; em vários países da Europa, o euro; na Suíça, o franco; no Brasil, o real… Que nome teria a moeda oficial criada e emitida em Curitiba? Tem o nome de “certificado de potencial construtivo”, o PC$, dinheiro emitido por uma Casa da Moeda virtual, instalada na prefeitura desde 2004. Ainda agora, o prefeito Luciano Ducci mandou emitir PC$ 16.886,00 que, pelo câmbio atual, quando forem negociados na Bolsa de Valores, podem valer mais de R$ 1,5 bilhão.
Investidores nos certificados de potencial construtivo pagarão à prefeitura o valor mínimo de R$ 200,00 a unidade, mas ao comprar o título ganham o direito (proporcional ao investimento) de construir área maior do que a permitida pela Lei do Zoneamento. Por exemplo: onde só se pode construir 10 andares, será possível construir 12.
No caso da presente emissão, os PC$ valerão apenas para aplicação em novas construções ao longo ou em torno da Linha Verde. O dinheiro que arrecadará, a prefeitura promete também aplicar em obras naquela via.

Os ciclistas de Curitiba não gostaram da inauguração de ciclofaixa de uso temporário restrito apenas para lazer. Para eles é ciclofarsa. Dizem que o projeto implantado além de exíguo – concebido para funcionar aos domingos e uma vez por semana à noite – contraria o Código Nacional de Trânsito e coloca em risco as vidas das pessoas. Curitiba já contabiliza 65 ciclistas mortos por atropelamento em oito anos.

A rapaziada saudável quer ir e vir de bicicletas – como meio de transporte cotidiano não poluidor. Cerca de 400 ciclistas, repetiram buliçoso protestos no portão do sofisticado condomínio na alameda Taunay onde mora o prefeito Ducci. A charge – do site www.bicicleteiros.com.br e os disfarces dos militantes da causa da despoluição do trânsito, já dizem tudo.

Blogueiros chapa branca tentavam desqualificar o movimento dizendo que foram ouvidos gritos pró-adversários da situação nas próximas eleições. Não procede. Quem passou pelo Batel, escutou as palavras de ordem pró-bicicletas. Diogo Macedo, André Feijer, Alexandre Costa Nascimento, amigos do blog estiveram lá e, no youtube, registraram tudo:
Nosso blog aplaude a feliz ideia, da elegante camiseta quando diz: pra que poluir se eu posso pedalar.


Este bebê golfinho fêmea (pontoporia blainvillei) foi resgatado no Uruguai. Nas águas de Piriapolis, praia dos arredores de Montevidéu, na foz do rio Paraná, conhecida como Rio de La Plata.

Voluntários da SOS Fauna Marinha, ong ambientalista, estão aleitando e cuidando da filhote que – ao momento do resgate – ainda tinha o cordão umbilical. Deve ter-se perdido da mãe por força da correnteza no delta do Prata, no impacto das águas do rio Paraná com o oceano Atlântico. Richard Tesore aparece com a golfinho de doces feições, como se vê na fotos de Benedetta Perilli que caíram na rede.

Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos, mamíferos perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, tanto na água salgada, quanto na água doce. Nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, a velocidade de até 40 km/h, mergulham a grandes profundidades.
Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com os seres humanos. Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos.

Certa feita, navegando nas Ilhas Galápagos, nosso iate à deriva, então ameaçado pela ruptura do cabo do leme, foi cercado de golfinhos. Vieram para nos salvar, se necessário, disse-nos o marinheiro experiente. Pelo sim ou pelo não, enquanto durou o perigo, foi consoladora a sua companhia, em buliçoso grupo, iam e vinham, o cardume saltando entre as ondas, seguindo nosso curso. Felizmente, não precisamos usar seu simpático serviço…

No Museu Thyssen-Bornemiza, em Madrid, mostra de telas celebra a Arquitetura na Pintura. Acima as duas fachadas da poderosa instituição. Ali expostos óleos de diversas procedências e museus, com a finalidade de revelar, a evolução da decoração de edifícios e dos cenários arquitetônicos, enfim, a cidade ideal do Renascimento europeu. Do Louvre, veio o Arco de Constantino, do século 17, do italiano Viviano Codazzi.

Duccio di Buoninsegna, Canaletto, Giovanni Paolo Panini, Tintoretto, grandes pintores da órbita mediterrânea elegeram a pintura das arquiteturas para realçar os episódios de seus quadros. Aqui, a Adoração dos Reis Magos (1538) dá-se em plena urbe clássica na visão atribuída ao belga Lambert Lombard.

Do Museu de Arte de Filadélfia, a tela de Francesco d’Antonio, pintor que morreu em 1433, retrata a Cura de um Endemoniado e a Traição de Judas, tendo por cenário uma basílica renascentista.

Este retrato fiel do Mercado de Nápoles em meados de 1600, obra do napolitano Domenico Gargiulo é conservado em Sevilha, na Casa de Pilatos. Atribuída a Girolamo da Cotignola, esta Vista de uma cidade, com casas rosadas e clássicas, foi pintada em 1520.

Assim Lucas van Valckenborch (1535-1597), flamengo, imaginou a Torre de Babel, na tela a óleo que se expõe no museu Mittelrhein, da cidade alemã de Coblenza.

Também no Brasil, cai pela metade o mercado de roupas em Pernambuco. Todo mundo desconfia do algodão usado em lençóis vendidos a quilo, também em forro de bolsos de jaquetas e calças populares. Seria do mesmo tecido aproveitado do lixo hospitalar importado dos EUA por comerciantes criminosos e sem escrúpulos.


























