- Postado em 31 de outubro de 2011, segunda-feira -


Quem vê uma vez o rosto da esperança, não esquece jamais, disse o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, pré-candidato em 2012, recebido por Erika e Thomaz Bleiker, no Recanto Esperança em Curitiba. Na foto, o pré-candidato com o educador Bleiker e o curitibano Wagner Sring.
O Centro de Desenvolvimento Integral fica na Vila Icaraí, em Uberaba, um dos bairros mais violentos da periferia. Na festa de inauguração da nova sede, recebida com festa pela comunidade, na rua Berlim 385, estavam presentes o cônsul da Suíça no Paraná, doutor André Larsen e voluntários da Escola Suíço-Brasileira de Curitiba.

A obra social suíço-brasileira, ligada à comunidade evangélica, promove educação infantil, reforço escolar, e ensino profissionalizante, nos moldes das Casas do Piá – que a Prefeitura de Curitiba já manteve na gestão Rafael Greca (1993-1996).
O educador social Bleiker, além de vários voluntários curitibanos, conta com auxílio de 4 voluntárias, duas alemãs e duas suíças, que vem ao Brasil estagiar em serviço social aqui. O Recanto Esperança tem ainda um Coletivo profissionalizante mantido em parceria com a fábrica da Coca-Cola, para ensinar computação e logística a rapazes de primeiro emprego.

Greca que é vice-presidente do diretório municipal do PMDB-Curitiba está visitando os bairros da nossa capital, na preparação do plano de governo a ser apresentado pelo partido nas próximas eleições municipais. As cidades não precisam ser governadas, as cidades precisam ser educadas, costuma repetir Rafael Greca.


- Postado em 31 de outubro de 2011, segunda-feira -


Na sexta, 28 de outubro, o prefeito Rafael Greca, pré-candidato em 2012, e vice-presidente do diretório municipal do PMDB-Curitiba, recebido com festa na casa de Cirlene Kátia Padilha Ribeiro, pelo presidente da Associação de Moradores Ferrovila 7 de setembro, Olívio Batista de Souza, sua mulher Vilma Domingues de Lima.
Ali também senhoras do clube de mães do bairro: dona Nerzita Lenci, dona Anair e dona Laura Kowalzucki, Sonia Daise de Castro, Olivia Lopes Frade, Antonia Aparecida Martins, Rosa Könzen, Francisca M. Domingues.

E ainda os companheiros da 176ª zonal PMDB-Curitiba, Doático Santos, Sebastião Lima Domingues, Terezinha Aparecida de Almeida Santos, representando a presidente da zonal Marinalva Pereira.
Houve debate do plano de governo PMDB-Curitiba, com discussão de ideias de futuro para a cidade de Curitiba.
Na ocasião, Greca recebeu as filiações do presidente da associação, da dona da casa e de seus vizinhos. Cirlene Kátia Padilha Ribeiro disse simpatizar com o ex-prefeito Rafael Greca pelo seu projeto Farol do Saber. Aluno do tradicional colégio Papa João 23, seu filho Wagner Padilha Ribeiro – hoje com 18 anos, já empregado como segurança industrial – participou da edição do livro de poesias Papalavras, promovida por Greca naquela escola municipal.
A cidadã Rosa Konzen propôs como primeira atividade do novo núcleo do PMDB-Curitiba a realização de um abaixo-assinado a ser encaminhado aos Correios para que ofereçam seus serviços na Ferrovila. Como é duro não poder receber cartas, disse. Greca acolheu a ideia e disse que o gabinete do senador Requião vai encaminhar a reivindicação popular, na sede dos Correios, em Brasília.


- Postado em 26 de outubro de 2011, quarta-feira -

Frequência nos debates mostra crescimento do PMDB-Curitiba, diz Greca

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O PMDB-Curitiba intensifica sua mobilização rumo às eleições municipais 2012. No sábado, 22 de outubro, os pré-candidatos a vereador reuniram-se com os integrantes do diretório municipal e dos diretórios zonais, em presença do já prefeito de Curitiba Rafael Greca (1993-1996), vice-presidente do diretório municipal.
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Na pauta do encontro a preparação de conteúdos a serem debatidos com a população na construção coletiva do Plano PMDB-Curitiba 2012, dentro do Centro de Estudos Curitibanos concebido pelo diretório municipal e inaugurado com palestra, a 28 de setembro passado, do delegado curitibano, doutor Rafael Ferreira Vianna, mestre em direito pela Universidade de Lisboa, autor do livro Diálogos sobre Segurança Pública – o Fim do Estado Civilizado.
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O militante Diogo de Macedo Neto – que aparece na foto com seus dois filhos -apresentou sua visão técnica sobre o ante-projeto do IPPUC para o futuro Metrô, seus impactos ambientais, suas deficiências, a ausência de um projeto final de engenharia, riscos de superfaturamento, risco de desperdício da verba federal de R$ 1 bilhão destinada pela presidente Dilma Roussef à nossa Curitiba.
O pior é a coincidência do eixo do novo Metrô com a rede de transportes concedida à família Gulin e outras 7 empresas de transporte coletivo. Isto obrigará 85% dos usuários do sistema de ônibus de Curitiba a pagarem os custos do metrô que só será utilizado por 15% deles, disse Diogo, citando o ex-presidente do IPPUC e da Urbs, arquiteto Ficinski em entrevista à imprensa local.
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O jovem filiado André Feijer falou da precariedade do recente projeto situacionista de ciclofaixa, repudiado pelo Movimento Ciclista Ecológico de Curitiba. Os ciclistas de Curitiba não gostaram da ciclofaixa de uso temporário restrito apenas para lazer pintada pela prefeitura atual. Para eles é ciclofarsa. Dizem que o projeto implantado além de exíguo – concebido para funcionar aos domingos e uma vez por semana à noite – contraria o Código Nacional de Trânsito e coloca em risco as vidas das pessoas. Curitiba já contabiliza 65 ciclistas mortos por atropelamento em oito anos.
Usaram da palavra vários militantes do PMDB. Os históricos, Doático Santos, professora Sheila, Ivan Ribas, Anselmo de Oliveira, e os pré-candidatos Márcio Itiberê, Alexandre Mancini, Wanderley Strighini, Adriano Holiday, Iran Júnior Dias, Francisco Wojchiechowski.
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O pré-candidato a prefeito, engenheiro urbanista Rafael Greca, comentou as apresentações, defendeu as soluções do programa do Partido já elaborado, e depois posou para fotografias com os companheiros e militantes.
Todos foram convocados para próxima plenária municipal do PMDB-Curitiba no sábado 5 de novembro, em presença do senador Roberto Requião, presidente do diretório municipal.

- Postado em 26 de outubro de 2011, quarta-feira -

Greca e Márcio Alves na casa de dona Zilda

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O PMDB-Curitiba reuniu-se com Rafael Greca na casa da matriarca d. Zilda Ferreira de Almeida. Esta “curitibana” de origem baiana, nascida há 90 anos, na fronteira com Sergipe, no sertão banhado pelo rio S. Francisco.
Trabalhadora rural, migrou para o sul, para colher café no norte do Paraná (Londrina). Na metade da década de 1950 mudou-se com toda a família para a capital do Paraná, quando o trabalho no cafezal ficou difícil.
Passou a morar no Uberaba. Trabalhando arduamente conseguiu educar e criar seus 24 filhos, hoje todos trabalhadores. Conquistou a casa de morada, muito asseada e confortável. Hoje dona Zilda considera-se curitibana, pois já vivo por aqui há mais de 50 anos, mais da metade da minha vida, diz.
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D. Zilda e várias lideranças comunitárias, entre as quais dois ex-presidentes da Associação de Moradores Alvorada, e o diretor do time de futebol do bairro, homenagearam o ex-prefeito. Gratos pelo atendimento recebido na sua gestão (1993-1996), tanto nos programas F.A.S. – Tudo Limpo e Vale Vovó – quanto na ocasião do resgate dos moradores durante a grande cheia do rio Iguaçu no verão de 1994, que motivou a gestão Greca a escavar o Canal Extravasor – resolvendo o problema de enchentes daquele bairro.
Rafael lembrou que gratidão existe e faz bem tanto manifestá-la, quanto recebê-la em forma de acolhida.
Márcio Alves, pré-candidato a vereador convocado pelo PMDB-Curitiba, dirigiu a mobilização. Com Greca foi recebido pelos simpatizantes do partido, com muito carinho, na cozinha da casa da família. Depois posou para retratos na varanda, junto à horta, dominada por uma parreira repleta de folhas novas.
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Greca discutiu com os presentes o processo da COHAB para regularização fundiária do Jardim Alvorada, no Uberaba, área ocupada há mais de 30 anos por 230 famílias que ali edificaram suas casas.
Estou muito feliz com este encontro, nesta casa verde tão bonita. É bom voltar a estar entre o nosso povo, vamos incluir as necessidades de regularização fundiária na proposta de Habitação do Plano PMDB-Curitiba, 2012, disse o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, pré-candidato do partido para as próximas eleições municipais.
Adilson Marin, militante do partido, e vizinho dali, foi de bike elétrica dar um abraço e mostrar a inovação aos presentes. O PMDB-Curitiba intensifica as reuniões nas casas dos militantes e nos diretórios zonais da capital do estado.

- Postado em 25 de outubro de 2011, terça-feira -

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O prefeito Ducci anuncia que vai vender potencial construtivo para tentar pagar o rombo da Linha Verde em Curitiba, obra que não consegue terminar.
Tudo indica que não chegaram ou não foram suficientes o euros que Ducci foi, pessoalmente, buscar em Paris, com a Agência Francesa de Desenvolvimento, empréstimo assinado a 19 de julho passado, cf. foto do site PMC. O pacote de investimentos então anunciado foi de R$ 166,2 milhões. Dívida contraída a ser paga, a partir de 2017, por 20 anos.
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Em dez anos, desde que começou o financiamento junto ao BID, no ano de 2001 – então orçada a R$ 213 milhões – a Linha Verde ficou superlativamente mais cara. Hoje existe um rombo no orçamento da obra, onde faltam pelo menos 15 trincheiras, e que não termina.
A obra inacabada atravessou quatro eleições, curiosamente executada por três empreiteiras que constam entre os grandes financiadores eleitorais demo-tucanos. A Linha Verde de Curitiba já custou R$ 161 milhões para os 9,4 quilômetros relativamente prontos, que vão do Pinheirinho ao Centro Politécnico.
A Linha Verde ainda vai custar R$ 198 milhões, do Centro Politécnico até o Atuba. E mais R$ 61 milhões, do Pinheirinho até o Contorno Leste – no trecho sul. Se terminar nestes preços, os 20 quilômetros terão custado R$ 21 milhões por quilômetro ou na soma R$ 429 milhões.
Reflitam: a BR 116, no trecho da Serra do Mar, entre Registro e SP, está sendo duplicada a um custo de R$ 9 milhões/km, em previsão do DNIT – recentemente declarado suspeito de superfaturamento, na crise que derrubou o Ministro dos Transportes.
Então, a Linha Verde no seu trecho urbano, sem serra, sem montanhas, sem ultrapassar rios, custa R$ 21 milhões por quilômetro, e a estrada BR 116, entre Registro e SP, está orçada em R$ 9 milhões o quilômetro, dá para entender?

O desenho mostra em vermelho o que é potencial construtivo – os metros quadrados (m2) vendidos pela Prefeitura para as construtoras, aumentam a verticalização da cidade, em troca de supostos benefícios.
Para compreensão da mega venda de potencial construtivo pretendida por Ducci, recorremos à didática do jornalista Celso Nascimento, em sua coluna do jornal GP:
Nos Estados Unidos, a moeda oficial é o dólar; em vários países da Europa, o euro; na Suíça, o franco; no Brasil, o real… Que nome teria a moeda oficial criada e emitida em Curitiba? Tem o nome de “certificado de potencial construtivo”, o PC$, dinheiro emitido por uma Casa da Moeda virtual, instalada na prefeitura desde 2004. Ainda agora, o prefeito Luciano Ducci mandou emitir PC$ 16.886,00 que, pelo câmbio atual, quando forem negociados na Bolsa de Valores, podem valer mais de R$ 1,5 bilhão.
Investidores nos certificados de potencial construtivo pagarão à prefeitura o valor mínimo de R$ 200,00 a unidade, mas ao comprar o título ganham o direito (proporcional ao investimento) de construir área maior do que a permitida pela Lei do Zoneamento. Por exemplo: onde só se pode construir 10 andares, será possível construir 12.
No caso da presente emissão, os PC$ valerão apenas para aplicação em novas construções ao longo ou em torno da Linha Verde. O dinheiro que arrecadará, a prefeitura promete também aplicar em obras naquela via.


- Postado em 25 de outubro de 2011, terça-feira -


Os ciclistas de Curitiba não gostaram da inauguração de ciclofaixa de uso temporário restrito apenas para lazer. Para eles é ciclofarsa. Dizem que o projeto implantado além de exíguo – concebido para funcionar aos domingos e uma vez por semana à noite – contraria o Código Nacional de Trânsito e coloca em risco as vidas das pessoas. Curitiba já contabiliza 65 ciclistas mortos por atropelamento em oito anos.

A rapaziada saudável quer ir e vir de bicicletas – como meio de transporte cotidiano não poluidor. Cerca de 400 ciclistas, repetiram buliçoso protestos no portão do sofisticado condomínio na alameda Taunay onde mora o prefeito Ducci. A charge – do site www.bicicleteiros.com.br e os disfarces dos militantes da causa da despoluição do trânsito, já dizem tudo.

Blogueiros chapa branca tentavam desqualificar o movimento dizendo que foram ouvidos gritos pró-adversários da situação nas próximas eleições. Não procede. Quem passou pelo Batel, escutou as palavras de ordem pró-bicicletas. Diogo Macedo, André Feijer, Alexandre Costa Nascimento, amigos do blog estiveram lá e, no youtube, registraram tudo:

Nosso blog aplaude a feliz ideia, da elegante camiseta quando diz: pra que poluir se eu posso pedalar.


- Postado em 25 de outubro de 2011, terça-feira -


Este bebê golfinho fêmea (pontoporia blainvillei) foi resgatado no Uruguai. Nas águas de Piriapolis, praia dos arredores de Montevidéu, na foz do rio Paraná, conhecida como Rio de La Plata.

Voluntários da SOS Fauna Marinha, ong ambientalista, estão aleitando e cuidando da filhote que – ao momento do resgate – ainda tinha o cordão umbilical. Deve ter-se perdido da mãe por força da correnteza no delta do Prata, no impacto das águas do rio Paraná com o oceano Atlântico. Richard Tesore aparece com a golfinho de doces feições, como se vê na fotos de Benedetta Perilli que caíram na rede.

Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos, mamíferos perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, tanto na água salgada, quanto na água doce. Nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, a velocidade de até 40 km/h, mergulham a grandes profundidades.
Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com os seres humanos. Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos.

Certa feita, navegando nas Ilhas Galápagos, nosso iate à deriva, então ameaçado pela ruptura do cabo do leme, foi cercado de golfinhos. Vieram para nos salvar, se necessário, disse-nos o marinheiro experiente. Pelo sim ou pelo não, enquanto durou o perigo, foi consoladora a sua companhia, em buliçoso grupo, iam e vinham, o cardume saltando entre as ondas, seguindo nosso curso. Felizmente, não precisamos usar seu simpático serviço…


- Postado em 25 de outubro de 2011, terça-feira -


No Museu Thyssen-Bornemiza, em Madrid, mostra de telas celebra a Arquitetura na Pintura. Acima as duas fachadas da poderosa instituição. Ali expostos óleos de diversas procedências e museus, com a finalidade de revelar, a evolução da decoração de edifícios e dos cenários arquitetônicos, enfim, a cidade ideal do Renascimento europeu. Do Louvre, veio o Arco de Constantino, do século 17, do italiano Viviano Codazzi.

Duccio di Buoninsegna, Canaletto, Giovanni Paolo Panini, Tintoretto, grandes pintores da órbita mediterrânea elegeram a pintura das arquiteturas para realçar os episódios de seus quadros. Aqui, a Adoração dos Reis Magos (1538) dá-se em plena urbe clássica na visão atribuída ao belga Lambert Lombard.

Do Museu de Arte de Filadélfia, a tela de Francesco d’Antonio, pintor que morreu em 1433, retrata a Cura de um Endemoniado e a Traição de Judas, tendo por cenário uma basílica renascentista.

Este retrato fiel do Mercado de Nápoles em meados de 1600, obra do napolitano Domenico Gargiulo é conservado em Sevilha, na Casa de Pilatos. Atribuída a Girolamo da Cotignola, esta Vista de uma cidade, com casas rosadas e clássicas, foi pintada em 1520.

Assim Lucas van Valckenborch (1535-1597), flamengo, imaginou a Torre de Babel, na tela a óleo que se expõe no museu Mittelrhein, da cidade alemã de Coblenza.


- Postado em 19 de outubro de 2011, quarta-feira -

Rompidas todas as fronteiras da ética, se verdadeira a peça de acusação. Os bons médicos, que seguem os preceitos do humanismo ético, são os principais interessados na correta apuração.
Em São Paulo, esta semana, o impactante julgamento dos três médicos acusados de provocar a morte de quatro pacientes para a retirada de rins – destinados a transplantes. Hoje foram ouvidas sete testemunhas de acusação e uma de defesa, inclusive parentes e enfermeiras. Uma delas acaba de relatar na televisão a crueza do cirurgião em cortar a artéria do moribundo, na avidez de extrair-lhe os rins. Puro horror.
Nesta terça, 18, o julgamento prossegue e deve estender-se por vários dias. Os réus médicos – Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha Sacramento e Mariano Fiore Júnior – foram a Júri Popular, acusados de terem provocado a morte de Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Lobo e José Faria Carneiro, para servir aos objetivos de uma quadrilha de tráfico de órgãos. Os acusados respondem pelos crimes de homicídio doloso, cometidos entre setembro e dezembro de 1986.
O médico Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, também denunciado pelo Ministério Público Estadual morreu no ano passado. De acordo com o MPE, além desses acusados, também foi denunciado o doutor José Carlos Natrielli de Almeida, que acabou impronunciado.
Na denúncia, o MPE alegou que os laudos médicos atestando as mortes dos pacientes citados no processo eram falsos e simulavam morte encefálica para que fossem extraídos os órgãos destinados a transplantes.
Segundo o Ministério Público, o neurocirurgião e legista Mariano Fiori Júnior concluía como causa mortis, exclusivamente, as lesões cerebrais experimentadas pelas vítimas – traumatismo craniano, raquimedular ou aneurisma-, ocultando a causa direta e eficiente das mortes: a retirada dos rins dos infelizes pacientes.

Também no Brasil, cai pela metade o mercado de roupas em Pernambuco. Todo mundo desconfia do algodão usado em lençóis vendidos a quilo, também em forro de bolsos de jaquetas e calças populares. Seria do mesmo tecido aproveitado do lixo hospitalar importado dos EUA por comerciantes criminosos e sem escrúpulos.


- Postado em 19 de outubro de 2011, quarta-feira -

Deu a volta ao mundo o Movimento dos Indignados. Começou no Oriente Médio, que ocuparam praças e ruas das grandes cidades. Depois, na Europa e nos EUA, os Indignados se voltaram contra os bancos e o que chamam de ganância financeira, contra o desemprego e a falta de oportunidades para todos. Este final de semana, em Nova York, Washington, Los Angeles e San Francisco, os jovens protestaram nas praças e nas calçadas com o movimento Occupy Wall Street, com mais de 70 prisões só em Nova York, sendo 24 nas portas do Citibank, em Washington Square. Os manifestantes gritavam: nós somos os 99%. O que vocês estão protegendo, policiais de Nova York?
Em Roma, os manifestantes marcharam e incendiaram prédios públicos, carros, quebraram vitrines de bancos no centro histórico. Houve 90 prisões.
Em Athenas, Dublin, Madrid, Zurich, Paris, Portugal, Varese, Siracusa e em Barcelona, inspirados pelo rebelde Enric Duran, ativista catalão contra os bancos, os Indignados marcharam exercendo seu direito de rebelião e de rebeldes com causa. Fotos The Guardian/Times/Reuters/La Reppublica/France Press/The Telegraph/El Pais/Getty Images/Die Zeitung.
Na capital britânica, os Indignados ocuparam a entrada da Bolsa de Londres, e ali Julian Assange, do WikiLeaks, falou para a multidão. A polícia não perdoou nem as mulheres, que acabaram presas como mostra a foto de Elizabeth Dalziel. Um detalhe: os manifestantes ocupavam a praça defronte à Bolsa de Londres, que leva o sugestivo nome de Pater Noster Square, aquela antiga oração que nós aprendemos, o Pai Nosso, onde pedimos: Pai, perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. O capitalismo não perdoa e, pelo jeito, não será perdoado.
Em Seul, como mostra a foto de Park Ji/AFP, em Tóquio, na foto de Issei Kato/Reuters, em Zurich, foto de Fabrice Coffrini/AFP, os manifestantes vestiram-se de caveiras, protestando contra as amarras que escravizam a população através dos Bancos, como o UBS suíço.
Em Hong-Kong, foto de Kin Cheung/AFP, os Indignados exclamavam: Bancos são câncer. Em San Francisco, além dos protestos contra os bancos, a população gritou contra o desastre ambiental, como mostra a foto de Galbraith/Reuters. Em Frankfurt pediram poder ao povo, diante do Banco Central Europeu. Outra palavra de ordem foi o povo é muito grande para fracassar.


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