- Postado em 28 de agosto de 2009, sexta-feira -

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, participou na quarta-feira (27) da abertura da 1ª Bienal do Livro de Curitiba, no espaço Expo Unimed, dentro da Universidade Positivo. Greca falou sobre a memória e as ciladas do esquecimento, citando como exemplo o Barão do Serro Azul, personagem de destaque na história do Paraná e que muitos paranaenses não conhecem. Ele também discorreu sobre a importância da vida continuar sendo a arte do encontro e dos livros serem a fonte principal de conhecimento.

“O Barão do Serro Azul, nascido em Paranaguá em 1849, tem tudo haver com esta Bienal do Livro, pois ele foi o fundador da Impressora Paranaense e isso na época da acanhada Curitiba do longínquo ano de 1888. Mas se perguntarmos nas ruas da atual Curitiba, fatalmente perceberemos que nem todos se recordam dele e nem da importância, da glória e dos méritos. Isso nos leva a uma reflexão sobre o atual momento da Cultura”, disse Greca.

O ex-prefeito de Curitiba disse ainda que as novas tecnologias estão tomando o espaço que deveria ser de leitura de pensamentos, humanidade e filosofia. “As pessoas perdem horas lendo as instruções dos novos aparelhos eletrônicos em vez de ler livros, as pessoas tornam-se vítimas da mídia que cada dia mais promove um bombardeamento de novos produtos, estamos substituindo a essência pela tendência”.

O desenvolvimento digital, segundo Greca, pode melhorar a vida das pessoas como, por exemplo, as tecnologias que permitem às pessoas que sofreram acidentes terem os movimentos novamente, mas nem todas as conquistas da tecnologia trazem felicidade. “Com a tecnologia substituindo as relações humanas, quando tudo é feito via internet e celular, tudo ficou mais solitário, muito mais triste”, afirmou.

As crianças e os jovens são os mais ameaçados com essa cultura tecnológica, pois não aprendem que é preciso investir tempo para aprender coisas novas e recorrem aos aparelhos modernos como forma de conhecimento e divertimento. “Isso é a chamada síndrome do click, as pessoas acreditam que estão conquistando a felicidade com um simples apertar de botão”, explicou Greca.

Ao finalizar a participação, Greca disse que é necessário que a vida continue sendo a arte do encontro e que os livros devem ser a fonte principal de conhecimento. “As tecnologias tiram tempo ao hábito de cultivarmos a palavra, o conto, as estórias e a recordação da emoção. Os livros nos ajudam a enfrentar estes tempos em que a cultura da memória parece substituída pela cultura do esquecimento”.

“Uma bienal do livro é uma ocasião de encontro e de troca, é o fortalecimento da vocação literária de Curitiba, que teve a primeira universidade do Brasil. Eu também dei minha contribuição aqui com a criação dos Faróis do Saber, o maior número de bibliotecas de bairro e as primeiras Lan Houses públicas do Brasil. A existência desta bienal do livro em Curitiba qualifica a cidade como capital cultural como ela é”, concluiu Greca.

O presidente da Bienal do Livro, Julcio Maron Torres, disse que as palavras de Greca são muito pertinentes para a ocasião. “A nossa intenção com este evento é promover a leitura e torná-la mais acessível. Depois do que o Rafael disse espero que as pessoas parem e pensem no quanto a tecnologia está influenciando suas vidas e dêem mais valor para os livros e tudo de bom que eles proporcionam”, disse.

O deputado federal Marcelo Almeida, defensor da leitura e do acesso à cultura, também esteve presente na abertura da Bienal e disse que Curitiba entra no circuito da cultura nacional. “O que eu fico mais feliz é que estamos saindo do eixo Rio – São Paulo. Curitiba estava necessitando dessa alma, esse encontro de pessoas do bem, de livros e editoras. Espero que este seja o primeiro passo de muitos outros”. 
 

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- Postado em 27 de agosto de 2009, quinta-feira -

 

O presidente da Cohapar, Rafael Greca, discorreu na quarta-feira (26), durante encontro da Academia Paranaense de Letras (APL), sobre o uso exagerado de palavras em inglês na língua portuguesa. Com o tema ‘A língua portuguesa, nosso patrimônio cultural’, Greca disse que a armadilha não é só usar termos em inglês de forma exagerada, mas também exibi-las sem tradução. “ Isso exclui, isola e evita o contato entre as pessoas”. Segundo ele, o debate sobre a língua portuguesa não pode cair na peculiaridade exótica de tentar se proibir as traduções. “Toda tradução é ir ao encontro do outro, de quem ainda não sabe. É um ato de educação, que preserva a cultura e a comunidade nacional”.

Rafael Greca cita o exemplo oferecido pelo senador Ronaldo Cunha Lima para que se compreenda o que o inglês tem feito com a língua portuguesa: “fui ao freezer, abri uma coca diet, e saí cantando um jingle, enquanto ligava o meu disc player para ouvir uma música new age. Precisava de um relax. Meu check up indicava stress. Dei um time e fui ler um bestseller no living do meu flat. Desci ao playground, depois fui fazer o meu cooper…”.

Ao mesmo tempo que critica o excesso de termos em inglês na linguagem comum e defende a tradução destes termos, Greca lembra que muitas palavras em português têm sua raiz em outras culturas, um ponto importante para se entender a própria língua, já que é um instrumento vivo e dela faz parte todo o intercâmbio. “Observemos o nome de Deus em diversas línguas, desde o indo-europeu até o português, que tem a impressionante manutenção da semelhança do Santo Nome em todas as línguas”. Ele cita que Deus é, em latim, Divus, Divo em eslavo, Dyaus Pitah em indiano e Deivai em persa”.

O jornalista e membro da APL, Adherbal Fortes Sá Júnior, comentou a importância deste debate para a preservação das raízes da língua portuguesa. “A etimologia é uma coisa importantíssima para nós que vivemos todo dia resolvendo problemas de português e esses problemas geralmente são resolvidos quando você olha para a origem das palavras. O Rafael Greca é uma pessoa que tem essa cultura maravilhosa e uma visão política do ensino e nos mostrou como você usa as informações e como essas informações precisam ser, em determinado momento, alertadas sobre uma perda do foco. E foi isso o que ele fez conosco, nos motivou a recuperar o foco”.

Para o presidente da Academia Paranaense de Letras, José Carlos Veiga Lopes, o assunto apresentado por Rafael Greca é oportuno e deve ser levado para outros públicos. “A língua portuguesa é um assunto sempre do momento e tem de ser valorizada, principalmente com essa última reforma ortográfica e com essa invasão de palavras estrangeiras. É um assunto muito oportuno e seria de fundamental importância que fosse levada para outros públicos, além da APL”.

Já o reitor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR), Clemente Ivo Juliatto, “a história é o que nós somos, cultura é isso, é a língua, a religião, os costumes do povo, enfim tudo isso, e nós temos que preservar, porém abertos sempre às novidades, pois o português de hoje talvez não seja o mesmo daqui a 200 anos”.

Rafael Greca finalizou valorizando o papel da Academia. “A APL está saindo das suas quatro paredes para tentar provocar um melhor educação do povo paranaense. A nominação do Paraná, hoje o segundo estado do país em desenvolvimento, segundo pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, por seus avanços na educação, cultura e saúde, nos dá a responsabilidade de sermos ainda melhores.” 

 

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- Postado em 27 de agosto de 2009, quinta-feira -

 

Rafael Greca fala nesta quinta-feira, dia 27, às 19h30, na abertura da Primeira Bienal do Livro, em Curitiba, na Universidade Positivo. Membro da AcademiaParanaense de Letras, Greca faz uma reflexão sobre as novas tecnologias e suas influências na mudança de comportamento.


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

O governador Roberto Requião e o presidente da Cohapar, Rafael Greca, assinaram na Escola de Governo, os primeiros contratos para construção de moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Nesta primeira fase, estão definidas 2.694 unidades habitacionais em 14 municípios do Estado. O investimento será de R$ 110 milhões. Do total de moradias, 1.350 são direcionadas às famílias com renda mensal de até três salários.

* Governador Requião durante a assinatura dos contratos - Foto: Pablito Pereira


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

 

Durante a Escola de Governo, o governador Requião e o presidente da Cohapar detalharam os primeiros municípios beneficiados pelo programa “Minha Casa”. As cidades beneficiadas com o programa são: Bocaiúva do Sul (65), Almirante Tamandaré (187), Balsa Nova (131), Piraquara (345), Campina Grande do Sul (195), Araucária (145), Contenda (51), Mandirituba (103), Lapa (277), Campo Largo (454), Cerro Azul (103), Tunas (60), Maringá (172) e Irati (406).


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

 

A Cohapar assinou contrato com a empresa Concremat Engenharia para a prestação de serviços de assistência técnica na implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Guarituba, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. A empresa apresentou uma proposta menor do que o valor estipulado pelo edital, o que vai gerar economia de R$ 150 mil. 

* Obras do Guarituba e Rafael Greca com o Diretor Presidente das Empresas CONCREMAT, Mauro Ribeiro Viegas Filho - Foto: Carlos Ruggi


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

Rafael Greca iniciou reuniões com os prefeitos que assinaram os primeiros contratos para construção de moradias pelo “Minha Casa, Minha Vida”. A intenção das reuniões é tornar mais rápido o início das obras das 2.694 casas, que tiveram seus contratos assinados pelo governador Roberto Requião, Cohapar, Caixa Econômica Federal e prefeituras, na terça-feira (18), na Escola de Governo.


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

O presidente da Cohapar esteve em Cerro Azul, na Região Metropolitana de Curitiba, acompanhado dos técnicos da Companhia, para conhecer a área destinada à construção de 103 casas do programa Minha Casa, Minha Vida. O município, com 18,6 mil habitantes e a 92 quilômetros da capital, apresenta um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) no Estado, porém está conseguindo ganhar impulso para o desenvolvimento depois que o Governo do Paraná asfaltou a PR-092.

*Rafael Greca, o prefeito Dalton Luiz Moura e Costa e técnicos da Cohapar - Foto: Pablito Pereira


- Postado em 26 de agosto de 2009, quarta-feira -

No último sábado (22) a Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba, serviu de cenário para o mutirão da informação sobre a nova gripe em mais uma edição da Ação Cooperar. O evento, uma iniciativa da Cohapar em parceria com a secretaria da Saúde, atendeu cerca de 30 mil pessoas.

Acompanhe os boletins sobre a Nova Gripe - www.novagripe.pr.gov.br

* Ação Cooperar na Praça Rui Barbosa - Foto: Ary Martins

 


- Postado em 17 de agosto de 2009, segunda-feira -

 

Rafael Greca, presidente da Cohapar, assinou o contrato para a construção das primeiras 182 casas no Guarituba, em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba. No total serão construídas 803 moradias, que vão receber famílias que hoje vivem em áreas de risco, na beira dos rios Iraí, Itaqui e Piraquara. Estas casas fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
 

 

*Local onde serão construídas as primeiras casas no Guarituba - Foto: Carlos Ruggi



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